jueves, 26 de junio de 2014

COMO CHEGAR

COMO CHEGAR


Rede Viária 

Faro, assim como o resto do Algarve apresenta boa rede viária com outras cidades portuguesas e com a Comunidade Autónoma da Andaluzia, Espanha. As principais vias de ligação ao concelho são a Estrada Nacional 2, Estrada Nacional 125, a Via do Infante (A22). Esta última via está conectada à Ponte Internacional do Guadiana e, por conseguinte, à Estrada N431 da Província de Huelva, Espanha. A Via do Infante é, igualmente, o principal acesso à A2, que liga a região do Algarve à capital do país, Lisboa, num percurso de aproximadamente trezentos quilómetros, correspondentes a cerca de três horas de viagem.

Rede Ferroviária

Da estação de Faro partem serviços regulares de comboios de passageiros de tipologias Regional, Intercidades e Alfa Pendular, operados pela Comboios de Portugal (CP), que asseguram as ligações de passageiros na região e para o resto do território nacional.
Em termos ferroviários, a cidade possui ligações frequentes e céleres a Lisboa (3h01m) e ao Porto (5h49m). Ainda em projecto está a ferrovia de alta velocidade, que prevê uma ligação Faro-Huelva, bem como um ramal de ligação Faro-Beja-Évora que entroncará na futura ligação entre as duas capitais Ibéricas - Lisboa e Madrid.

Rede de Transportes Rodoviários 

A partir de um terminal rodoviário em Faro, a EVA transportes, empresa de transporte rodoviário do Algarve opera as carreiras urbanas no concelho. Em virtude da sua ligação a uma rede nacional de expressos, esta empresa rodoviária proporciona um vasto conjunto de ligações de Faro a todas as capitais de distrito.

Aeroporto Internacional de Faro

É um dos principais aeroportos portugueses e encontra-se a cerca de três horas de voo de distância da maioria das capitais europeias. Inaugurado em 11 de Julho de 1965, o Aeroporto Internacional de Faro situa-se a nove quilómetros da cidade. Existe ligação entre o aeroporto e a EN 125-10, que por sua vez, faz a ligação a Faro.Entre o Aeroporto Internacional de Faro e a cidade existe uma ligação efectuada pela empresa EVA, com uma duração de vinte minutos. O táxi é, igualmente, um meio de transporte para chegar a Faro, dado que em frente à porta de chegadas do aeroporto existe uma praça de táxis.
O Aeroporto Internacional de Faro é o ponto privilegiado de partidas e chegadas da região algarvia -principal destino turístico português-, de e para onde diversas companhias nacionais e internacionais, charters e low cost garantem deslocações regulares. Aproximadamente cem companhias aéreas de todo o mundo voam a partir de e para o Aeroporto Internacional de Faro. Em termos de volume de passageiros, movimenta quase cinco milhões por ano, volume este essencialmente suportado pelo Turismo e, nos últimos, anos pela expansão das companhias aéreas low cost.
A companhia low cost irlandesa Ryanair tem implementada uma base operacional no Aeroporto de Faro. Outras companhias aéreas como a Easyjet, Transavia, Aer Lingus, Air Berlin, Monarch, Jet 2, LTU Internacional entre muitas outras, possuem voos regulares a partir de Faro. Em virtude do reconhecimento do papel desta infra-estrutura no desenvolvimento do Turismo na região, o Aeroporto Internacional de Faro foi distinguido, em 2007, com a Medalha de Mérito Turístico Grau Ouro atribuída pela Entidade Regional de Turismo do Algarve

Principais Distâncias

  • Aeroporto Internacional de Faro  Portugal - 6.5 km
  • Praia de Faro  Portugal - 9 km
  • Portimão  Portugal - 60 km
  • Porto  Portugal - 556 km
  • Lisboa  Portugal - 277 km
  • Huelva  Espanha - 112 km
  • Sevilha  Espanha - 201 km
  • Gibraltar  Gibraltar - 391 km

Calcula a rota desde tua localidade: 

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miércoles, 25 de junio de 2014

As origens de Faro

As origens de Faro

Os primeiros marcos remontam ao século VIII a.C., ao período da colonização fenícia do Mediterrâneo Ocidental. O seu nome de então era Ossónoba e era um dos mais importantes centros urbanos da região sul de Portugal e entreposto comercial, integrado num amplo sistema comercial, com base na troca de produtos agrícolas, peixe e minérios. Entre os séculos III a.C. e VIII d.C., a cidade está sob domínio romano e visigodo, vindo a ser conquistada pelos mouros no ano de 713 d.C, os quais ergueram ali uma fortificação (reforçada por uma nova muralha a mando do príncipe mouro Bem Bekr, no século IX). Durante a ocupação árabe, o nome Ossónoba prevaleceu, desaparecendo apenas no século IX, para dar lugar a Santa Maria do Ocidente; era então capital de um efémero principado independente.

No século XI passa a designar-se Santa Maria de Ibn Harun, assim chamada em honra do fundador da Dinastia dos Banu Harun, Emires da Taifa de Santa Maria do al-Gharb, e o nome de Ossónoba começa a ser substituído. A cidade é fortificada com uma cintura de muralhas.
Na sequência da independência de Portugal, em 1143, o primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques e os seus sucessores iniciam a expansão do país para sul, reconquistando os territórios ocupados pelos mouros. Depois da conquista por D. Afonso III, em 1249, os portugueses designaram a cidade por Santa Maria de Faaron ou Santa Maria de Faaram.
Nos séculos seguintes, Faro tornou-se uma cidade próspera devido à sua posição geográfica, ao seu porto seguro e à exploração e comércio de sal e de produtos agrícolas do interior algarvio, trocas comerciais que foram incrementadas com os Descobrimentos portugueses.
Tem, nesse período, uma importante e activa colónia judaica que no final do século XV imprime localmente o Pentateuco, o primeiro livro português. A comuna de Faro terá sido sempre uma das mais distintas da região algarvia e das mais notáveis do País, em todos os tempos, com muitos artesãos e muita gente endinheirada, sendo frequentes no século XIV as ligações comerciais de judeus e cristãos. A manifesta prosperidade dos judeus farenses no século XV é interrompida pela carta patente de Dezembro de 1496 em que D. Manuel I os expulsava de Portugal, caso não se convertessem ao catolicismo.
Assim, oficialmente, e só neste sentido, deixaram de existir judeus em Portugal, o que também aconteceu em Faro, sendo que, no local onde estava implantada a judiaria, na Vila Adentro, tivesse sido mandado erigir pela terceira esposa de D. Manuel I o Convento de Nossa Senhora da Assunção.
O Rei D. Manuel I promove, em 1499, uma profunda alteração urbanística com a criação de novos equipamentos na cidade - um Hospital, a Igreja do Espírito Santo (Igreja da Misericórdia), a Alfândega e um Açougue - fora das alcaçarias e junto ao litoral. Em 1540, D. João III eleva Faro a cidade e, em 1577, a sede do bispado do Algarve é transferida de Silves para Faro. O saque e o incêndio, em 1596, pelas tropas inglesas de Robert Devereux, 2.º Conde de Essex, danificaram muralhas e igrejas, e provocaram elevados danos patrimoniais e materiais na cidade.
Os séculos XVII e XVIII são um período de expansão para Faro, que foi cercada por uma nova cintura de muralhas durante o período da Guerra da Restauração (1640 - 1668), que abrangia a área edificada e terrenos de cultura, num vasto semicírculo frente à Ria Formosa.
Em 1 de Novembro de 1755, a cidade de Lisboa é arruinada por um grande Sismo que devido à sua intensidade provocou, igualmente, estragos em outras cidades do país, sobretudo no Algarve.
A cidade de Faro sofreu danos generalizados no património eclesiástico, desde igrejas, conventos até o próprio Paço Episcopal. As muralhas, o castelo com as suas torres e baluartes, os quartéis, o corpo da guarda, armazéns, o edifício da alfândega, a cadeia, os conventos de S. Francisco e o de Santa Clara, foram destruídos e arruinados.
Até finais do século XIX, a cidade manteve-se dentro dos limites da Cerca seiscentista de Faro. O seu crescimento gradual sofre um maior ímpeto nas últimas décadas.

Actualidade

A cidade de Faro, capital política e administrativa, detém a maior parte dos serviços administrativos da região e, por conseguinte, uma grande atractividade para a implantação de actividades terciárias e comerciais, subsidiadas pela função habitacional.
Faro assumiu a sua vocação cosmopolita aquando da inauguração do seu aeroporto internacional a 11 de Julho de 1965, ainda durante a ditadura de António de Oliveira Salazar. Hoje em dia, e graças ao aumento de procura turística em todo o Algarve, a cidade possui o segundo mais movimentado aeroporto de Portugal atrás do aeroporto da Portela em Lisboa, com um movimento superior a 5 milhões de passageiros por ano. O Aeroporto é ainda utilizado por parte dos turistas que se dirigem para a Andaluzia devido a certos locais desta região espanhola estarem mais próximos de Faro do que de Sevilha.

FARO



FARO
Desde estas linhas e pós a pós vamos descobrir juntos o encanto de faro suas praias, sua gastronomia, seus costumes, sua cultura acompanha-me!
Localizado em pleno coração ao sul da costa portuguesa, Faro, é a porta primeiramente para o Algarve. Esta zona oferece duzentos quilómetros de um litoral dourado e escarpado, um parque natural protegido, bem como um amplo leque de lugares históricos, arqueológicos e arquitectónicos.
Os turistas chegam a Faro ano após ano, indo desde todos os rincões do planeta para provar a sabrosa cozinha regional, sazonada com matizes marinhos e do brilhante sol do sul português. Aqui, poderá explorar quilómetros de praias de areia, tecer seu próprio caminho através de frondosos bosques interiores de pinos e espaços naturais.
Faro é uma cidade portuguesa com cerca de 44 000 habitantes, capital do Distrito de Faro região, sub-região e ainda da antiga província do Algarve, que ocupa uma área de 5 412 km². O município é limitado a norte e oeste pelo município de São Brás de Alportel, a leste por Olhão, a oeste por Loulé e a sul tem costa no Oceano Atlântico. Através do Aeroporto de Faro, a cidade constitui a segunda maior entrada externa do país (a seguir a Lisboa), o que lhe confere uma valência vincadamente cosmopolita.
Limitado a Norte e Oeste pelo concelho de São Brás de Alportel, a Este por Olhão, a Oeste por Loulé e a Sul pelo Oceano Atlântico, é um concelho composto por quatro freguesias: Faro (Sé e São Pedro)Santa Bárbara de NexeMontenegro,Conceição e Estoi e por outras 63 povoações.